"Tem muito mais por trás dessa historia, as vezes convivemos com pessoas que tem atitudes de galinha, mas como somos águias acabamos nos contaminando com suas atitudes e somos influenciados a termos as atitudes como elas, aí alguém vem e nos alerta e nos lembra de que lugar viemos, de Deus é claro, então acordamos e nos vemos como águias."
Esta reflexão foi feita por um autor desconhecido logo após ter lido esta ilustração escrita por Rubens Alves:
A águia que (quase) virou galinha
banner slider
-
O televisor é o meu pastor e tudo me faltará, ele me induz a deitar na poltrona da acomodação...
-
Paul Washer nos deixou uma mensagem, um apelo ao cristão brasileiro, dicas de como ler a bíblia e memoriza-la, confira!
-
Ele enumera 10 acusações contra o moderno sistema de igreja na América. Esta é uma mensagem histórica urgente, informe outras pessoas e espalhe a mensagem!
-
Confira a história completa da igreja, morte de Jesus, perseguições, início das igrejas, reforma protestante e avivamento pós reforma
-
Compartilhe com seus amigos, versículos bíblicos, frases apelativas, citações, dentre outros.
Mostrando postagens com marcador Ilustração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ilustração. Mostrar todas as postagens
[ILUSTRAÇÃO] A cruz me salvou
Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorrindo respondeu:
...
Ilustração - A lição do jacaré
No ataque do jacaré, a libertação da morte.
Há alguns anos, em um dia quente de verão, um
pequeno menino decidiu ir nadar no lago que havia atrás de sua casa. Na pressa
de mergulhar na água fresca, foi correndo e deixando para trás os sapatos, as
meias e a camisa.Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o
meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando no lago.
Ilustração - A corrida dos meninos de rua
Era uma vez uma corrida de meninos de rua, o objetivo era atingir o alto de uma grande torre e havia no local uma multidão assistindo.
Começa a competição e lá estão os meninos correndo e subindo a torre, as pessoas que estavam assistindo, viram a dificuldade do obstáculo, pois a torre era muito alta, e começaram a dizer um ao outro que os pobres meninos não conseguiriam completar a prova.
- Esses meninos não vão conseguir.
Alguns deles ao ouvirem isso desanimaram e começaram a cair, outros vendo a dificuldades dos meninos na frente, desistiam sem mesmo tentar.
A multidão continuava gritando: Que pena, eles não vão conseguir, é muito difícil.
E o número de meninos que desistiam só aumentava.
O que chamava a atenção era um menino lá em cima, muitos iam desistindo mas ele firme e forte continuava sua jornada.
Depois de alguns minutos, para a curiosidade da multidão que não estava acreditando que alguém poderia conseguir, o pequeno menino lá em cima completa a prova.
A curiosidade tomou conta de todos, queriam saber o que tinha acontecido e foram perguntar ao menino como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo.!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas, derrubem as melhores e mais sábias esperanças de nosso coração. Seja "surdo" quando alguém disser que você não pode realizar seus sonhos, Deus já traçou o teu destino
Ilustração - A águia como espelho
A águia é a ave que possui a maior longevidade entre as de sua espécie. Chega a viver 70 anos. Mas, para atingir essa idade, aos 40 ela tem que tomar uma decisão séria e difícil.
Nessa época, ela está com unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais agarrar suas presas para se alimentar. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas. E voar é muito difícil!
Restam-lhe somente duas alternativas: morrer.. ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.
Recriar: Esse processo consiste em ir para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede, até conseguir arrancá-lo.
Feito isso, espera nascer um novo bico, com o qual depois vai extrair suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a retirar as velhas penas. E só após cinco meses, sai para o famoso vôo de renascimento para viver por mais 30 anos.
Moral da história: A exemplo das águias, muitas vezes temos que nos resguardar por algum tempo e recomeçar. Para que continuemos a voar, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que já não servem mais.
Somente livres do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.
Ilustração - Igualdade dos homens
Isso aconteceu em num vôo internacional.
Uma senhora branca, de uns cinqüenta anos, senta-se ao lado de um negro.Visivelmente perturbada, ela chama a aeromoça: A aeromoça pergunta,Qual é o problema, senhora?
E a senhora impacientemente responde, Mas você não está vendo? Você me colocou do lado de um negro. Eu não consigo ficar do lado destas pessoas, falou em tom pejorativo. Dê-me outro assento. Por favor, acalme-se. Disse a aeromoça.
Quase todos os lugares deste vôo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível. A aeromoça se afasta e volta alguns minutos depois.
- Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Eu conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na executiva. Entretanto ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário, a aeromoça continuou: É totalmente inusitado a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica, mas, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria escandaloso alguém ser obrigado a sentar-se ao lado de pessoa tão execrável.
E dirigindo-se ao negro, a aeromoça complementa:
Portanto, senhor, se for de sua vontade, pegue seus pertences que o assento da primeira classe está à sua espera. Todos os passageiros ao redor que, chocados,acompanhavam a cena, levantaram-se e bateram palmas.
Aquela senhora se esqueceu de um detalhe: Todos somos iguais perante a Deus
Ilustração - A lição do miolo de pão
Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.
Pensou ela: - Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo".
Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !
Assim é a vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza sempre, são o melhor remédio.
Ilustração - A serpente e o Vaga-lume
Uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia, mas a serpente não desistia, dois dias e nada... No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse à cobra:
- posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar...
Reflita!
Ilustração - A vida com otimismo
Certa vez, uma indústria de calçados aqui no Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
"Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos".
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu: "Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos..... ainda".
Moral da História:
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto de maneiras diferentes. O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.
Ilustração - O testamento do irmão mais velho
O fato se deu na antiga "cortina de ferro" na União Soviética. Todos sabemos que lá, as igrejas reuniam-se escondidas em subsolos, garagens, etc. Num determinado dia, quando haveria uma dessas reuniões, uma jovem cristã, cheia do Espírito, dirigia-se para a igreja. No Caminho foi abordada por um policial que indagou: _ Para onde você está indo?
Ela estremeceu de cima a baixo. Que resposta ela daria aquele policial? Se falasse a verdade, ela e todos os demais irmãos seriam presos. Entretanto, se mentisse, estaria pecando contra Deus, um
cristão autêntico não mente. Foi aí que ela se lembrou do texto de Mt 10.20 e, movida pelo Espírito Santo de Deus, disse em resposta ao policial:
- Vou para casa de meu Pai; meu irmão mais velho morreu e hoje vai ser lido o Testamento dele. E eu tenho um grande interesse nele.
Diante desta elucidante resposta o policial a liberou e disse-lhe: Espero que você fique com uma boa parte deste testamento!
Como vemos, vale a pena servir ao nosso Deus com integridade de vida, crendo na fidelidade de sua Palavra e na sustentação constante do seu Espírito
Santo.
Ilustração - O Sonho
Certo garoto sonhou em criar algo que seria belo e que poderia se mover por si só, e então ele acordou e construiu um barquinho, era um pequeno veleiro, bonito e formoso.
Quando ele colocou o barquinho no mar para apreciar sua formosura soprou uma brisa forte e levou o barquinho para o alto mar até sumir de vista, entristecido o garoto retornou para sua casa.
Dias se passaram e eis que o garoto reconhece seu pequeno barquinho na vitrine de uma loja de artigos de pesca, entrou e constatou que realmente era seu barquinho pois nele havia seu nome inscrito, mas o dono da loja não pestanejou e informou-lhe que se o quisera novamente deveria compra-lo pois assim ele fizera junto a um pescador.
Ansioso o garoto recorreu de toda as suas economias e comprou o barquinho novamente e dirigindo-se ao barquinho disse: "Você é meu duas vezes, uma pois eu te criei e outra pois eu te comprei".
Efésios 2.8,9 "Porque pela graça sois salvos e isto não vem de vós, é dom de Deus, não vem das obras, para que ninguém se glorie."
Isto foi o que DEUS efetuou por nós, nos criou e nos resgatou com o sacrifício de JESUS na cruz.
Saiba que você é o SONHO DE DEUS, você é muito importante para ELE, e fora DELE não há salvação.
Ilustração - A casa queimada
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele.
Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
- Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar por completo. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
- Vamos rapaz?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
- Vamos rapaz, nós viemos te buscar...
- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?
- Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.
MORAL DA HISTÓRIA - Quantas vezes nossa "casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Em Romanos 8.28 lemos que todas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo. É preciso crer e confiar!
Ilustração - Deus fala com você
Eram aproximadamente 22 horas quando um jovem começou a dirigir-se para casa. Sentado no seu carro, ele começou a pedir: “Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo”.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “Pare e compre um galão de leite”.
Ele balançou a cabeça e falou alto: “Deus? É o Senhor?”. Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento: “Compre um galão de leite”.
O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Eli. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil... Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: “Vire naquela rua”. Isso é loucura... – pensou – e, passou direto pelo retorno. Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto: “Muito bem, Deus. Eu farei”.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estava escura, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo: “Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua”.
O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura. Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?” Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Inicialmente, ele abriu a porta... “Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto: “Quem está aí? O que você quer?”
A porta abriu-se, em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele desconhecido em pé na sua soleira. “O que é?” O jovem entregou-lhe o galão de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
A mulher pegou o leite e foi para a Cozinha. O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava. Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando: “Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”.
Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?”
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus responde os pedidos.
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?
Ilustração - O pregador do Trem
Certo homem morava no final de Xerém, subúrbio do Estado do Rio de Janeiro e trabalhava na zona sul do Rio. Viajava diariamente de trem para ir e vir do trabalho.
Certo dia parou numa praça da cidade onde acontecia um culto ao ar livre e na hora do apelo ele se converteu. Ganhou uma bíblia de presente que ele lia sempre durante o percurso da viagem. Ele tinha um sonho: pregar a palavra de Deus. Quando leu o texto "Ide e Pregai a toda criatura..." sentiu um impulso de realizar seu desejo, mas seu tempo era escasso, pois trabalhava até mesmo nos finais de semana. Teve então, uma brilhante idéia: economizou e comprou uma bíblia nova de letras gigantes, para ler no trem em movimento, e passou a pregar durante a viagem de ida e volta. Estava feliz da vida, pois estava dando frutos para o Reino de Deus.
Até que um dia surgiu um passageiro que não aprovou a idéia da pregação dentro do trem, pois cochilava ao balanço do trem, durante a viagem. Inconformado, o homem reclamava o tempo todo. O pregador, pacientemente, trocava de vagão. Porém, quando começava a pregar, lá estava o sujeito, mais uma vez reclamando. Então, esse homem, extremamente irado, levantou sua voz e gritou:
-"Pare de me perturbar! Da próxima vez que você pregar de novo no trem, e atrapalhar o meu cochilo, vou jogar sua bíblia fora. É melhor ficar quieto..."
Prudentemente, o pregador clamou a Deus e jejuou para que Deus não permitisse que aquele homem cumprisse sua ameaça, que houvesse impedimentos. Assim o pregador orou com fé, confiando que Deus o ouviu. No outro dia, o que se sentia importunado saiu bem cedo para o trabalho, e lá estava o pregador do trem todo confiante, semeando a Palavra de Deus. Subitamente, o valente levantou-se e bradou: - "Eu te avisei, mas você não acreditou!", e arrancou a bíblia das mãos do pregador e jogou-a pela janela do trem, diante de um público estupefato. O pregador sentiu-se humilhado, decepcionado e muito triste com a situação.
Resolveu não ser mais crente, pois confiava que Deus ia livrá-lo dessa vergonha e por não ter sido atendido, decidiu não trilhar mais os caminhos do Senhor. Por ter virado as costas para Deus, as coisas começaram a ficar difícil para ele. Perdeu o emprego, tornou-se um desocupado, abandonou sua casa e passou a viver nas ruas, dormindo nos bancos das praças.
Depois de um certo tempo, numa determinada praça onde costumava se embriagar e dormir no banco, estava acontecendo um culto ao ar livre. Despertou sua atenção, pois esse pregador contava o seu testemunho de que um dia estava desesperado e foi para junto da linha do trem para cometer suicídio, mas Deus, com seu infinito amor usou um filho seu para salvá-lo de ser despedaçado pelo trem. Continuou relatando que quando ia se atirar embaixo do trem, algo muito pesado foi arremessado em sua cabeça, e ele caiu junto aos trilhos, meio desacordado sem entender nada do que estava ocorrendo. Foi quando se deparou que era um grande livro e um vento providencial virava suas páginas, parando exatamente na página onde pôde ler admirado o versículo 18 do Capítulo 28 do Evangelho de Mateus: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei". E exclamou jubiloso: -"Então fiquei com esta bíblia, hoje sou feliz e a minha vida mudou!" E concluiu: "-Um dia hei de encontrar esse filho de Deus, dar-lhe um grande abraço e agradecer-lhe pelo bem que me fez, livrando-me não somente da morte física, mas principalmente da condenação eterna".
O pregador do trem que ouvia a tudo atentamente não conseguiu conter o seu desesperado choro e inesperadamente, levantou-se do banco e gritou com o rosto banhado em lágrimas: "- Perdoe-me, Senhor Jesus, pois não compreendi os teus planos. Perdoe-me por ter duvidado do teu poder e do teu amor por todos esses anos".
E soluçando muito dirigiu-se ao pastor que testemunhava, mal conseguindo declarar: "- Eu era o dono daquela grande bíblia!". Disse o seu nome e mostrou a todos a sua assinatura registrada na primeira página daquela grande Bíblia.
Autor: Pastor Eliezer.
09/09/2004
Ilustração - A história de um soldado
Cassius estava de pé em atenção diante do comandante da divisão do exército romano em Jerusalém.
— Centurião! - vociferou o oficial - explique-se! Uma de suas tropas deveria estar guardando um túmulo, um defunto. Será que o trabalho era difícil demais? Agora ouvi dizer que o corpo sumiu. Confirme que trata-se de um erro!
— Senhor, posso ser franco e falar de soldado para soldado? - perguntou o centurião. Ele e o tribuno se conheciam há muito tempo, apesar do tribuno ser da nobreza e ele um mero plebeu.
— Por favor, Cassius — disse o oficial um pouco mais delicadamente fazendo sinal para o centurião sentar-se.
— Senhor, peço-lhe indulgência, pois esta história na verdade começou há várias semanas. - começou Cassius.
— À vontade — disse-lhe o tribuno, já mais amável.
— Desde que esse Jesus - aquele cujo corpo guardávamos no túmulo - começou a pregar em Jerusalém, achamos que ele fosse um revolucionário com intenção de incitar o povo com as Suas conversas sobre o reino de Deus. Mas meu senhor, fui ouvir o que Ele tinha a dizer e vi que Ele não era uma ameaça ao império romano. Milhares de pessoas sentavam-se embevecidas enquanto Ele falava sobre o Seu Pai, sobre amar o próximo, perdoar os pecados passados e começar uma nova vida. Foi fascinante. Ele o fazia sentir que preocupava-se com você pessoalmente.
— Continue, soldado - disse o tribuno apoiando o queixo na mão.
Depois disso O vi quando recebemos ordens de vigiar a residência oficial do governador. A multidão estava ficando descontrolada. Pôncio Pilatos estava na poltrona para julgar e Jesus estava diante dele. Alguém o maltratara, senhor.
— E o que você esperava, centurião? Prossiga.
— Finalmente Pilatos pediu silêncio, declarando não encontrar crime nAquele homem. E depois disso tentou libertar Jesus, pedindo ao povo que escolhesse entre Barrabás - um criminoso e rebelde conhecido por todos — e Jesus.
— E agora Barrabás está solto por aí.
— Os judeus no Sinédrio gritavam para que ele matasse Jesus. “Crucifique-O! Crucifique-O!” E a turba começou a gritar também. Por um minuto houve um impasse, mas depois Pilatos pediu uma tina de água e começou a lavar as suas mãozinhas delicadas...
— Centurião, não permitirei falta de respeito - disse o tribuno rispidamente.
— Sim senhor. Mas sabe, Jesus era inocente, puro e simples. Ele apenas ofendera alguns sacerdotes poderosos. Mas quando Pilatos viu aonde aquilo ia dar ele deu para trás. Na minha opinião, Roma agia com base na lei e na justiça, não na conveniência.
— Governar às vezes é um negócio sujo. - acrescentou o tribuno.
— Ser soldado também, senhor. Obedecendo às suas ordens, parte da minha tropa teve que açoitar aquele homem.
— Ah, mas eles até que gostaram! - disse o tribuno. - Se bem me lembro, aquele soldado bem alto... Publius, não é? açoitou-O feito um louco, as pontas metálicas do chicote acertaram as costas de Jesus até a pele esfarrapar e o sangue escorrer sem parar.
— Foram poucas as vezes em minha carreira em que tive enjôo ao ver sangue - comentou Cassius - mas ver um inocente ser tratado com tanta crueldade...
— Que eu me lembre você não os mandou parar quando O vestiram com aquele manto púrpura, deram-lhe um galho como cetro e colocaram na cabeça dele uma coroa de espinhos. Ah, eles se divertiram à beça.
— Eu já crucifiquei muita gente, mas este homem era diferente - replicou Cassius. Ele não praguejou nem chorou. Depois da coça que Publius lhe deu Ele já estava quase morto, e caiu a caminho de Gólgota.
— Caiu?
— Ele estava fraco demais para carregar a cruz, então pegamos um cireneu forte que estava ali para carregá-la. Depois crucificamos Jesus.
— Toda morte é igual.
— Mas essa não foi - respondeu Cassius. - Nós o pregamos à cruz e a erguemos, mas jamais esquecerei a oração que Ele fez: “Pai, perdoe-os, porque não sabem o que fazem”. Senhor, eu fui o responsável pela morte dELe, e Ele me perdoou.
— Você já é soldado há tanto tempo e agora vai ficar de consciência pesada, Cassius?
— Aí, o ladrão que estava sendo crucificado ao lado dEle pediu para Jesus lembrar-se dele quando chegasse ao Seu reino.
— Reino! Que reino?! - escarneceu o tribuno.
— Ouça o que Ele respondeu: “Hoje você estará Comigo no Paraíso”. Incrível! Mais ou menos ao meio-dia o céu escureceu. Todos viram, e quando Ele gritou: “Meu Deus, Meu Deus, por que Me desamparaste?” todos nós sentimos um arrepio. Ele parecia o homem mais solitário do mundo, sozinho nas trevas. Ele mal falou até às três da tarde, quando então bradou quase que triunfante: “Está consumado!” E, se escutasse bem, O teria ouvido sussurrar: “Nas Suas mãos Eu entrego o Meu espírito”.
— Naquele momento, a terra começou a tremer e surgiram fendas - relatou Cassius. - Eu fui parar no chão. Depois a escuridão começou a se dissipar. Tribuno, nós não crucificamos um homem qualquer... Ele era o Filho de Deus.
— Umas poucas coincidências anormais e você já está dizendo que Ele era divino? Ele está mortinho, mortinho.
— Não está não, senhor.
— Como não?
— Os principais sacerdotes e fariseus insistiram que Pilatos mandasse vigiar o túmulo para os discípulos de Jesus não roubarem o corpo.
— Eu sei, fui eu quem autorizou.
— Colocamos três vigias 24 horas por dia, com turnos de oito horas, segundo a norma. Lacrei o túmulo antes de começarem. Estava bem seguro.
— Então que história é essa de que o corpo sumiu?
— Sumiu mesmo, comandante.
— Centurião, você é um homem morto! - gritou o tribuno levantando-se.
Cassius levantou-se também, mas prosseguiu:
— Mais ou menos às sete horas esta manhã, as três sentinelas chegaram correndo ao acampamento como se tivessem visto um fantasma, e gritando: “Centurião! Centurião! Ele está vivo!” Depois que se acalmaram, pedi-lhes que relatassem cada detalhe.
— Segundo disseram, o seu turno começara ontem à meia-noite. Pelo que entendi eles passaram a noite em claro contando histórias sobre as namoradas em casa. Mas disseram que justo antes do alvorecer o jardim onde encontra-se o túmulo ficou iluminado como se fosse meio-dia, e um anjo com vestes reluzentes como relâmpagos retirou a pedra que fechava o túmulo. Eles ficaram parados tremendo, e aí um deles - acho que foi Publius eles disseram — olhou dentro do túmulo. O corpo desaparecera, e as faixas que o envolviam estavam na mesa de calcário, todas enroladas.
— Você quer que eu acredite nessa história? - perguntou o tribuno presunçosamente.
— Eu os interroguei minuciosamente. Todos viram a mesma coisa. O corpo sumiu.
— Eles devem ter caído no sono e inventaram uma história para se protegerem.
— Eles são veteranos de batalha, senhor, não recrutas. Conheço esses homens. Além do mais, o senhor não acha que se os soldados estivessem dormindo teriam acordado com o barulho de pessoas tentando tirar aquela pedra imensa do lugar? Eles disseram a verdade, com certeza.
— O que você espera que eu diga ao povo, centurião? Que Ele ressuscitou?
— Não sei o que vai lhes dizer, tribuno, mas foi isso o que aconteceu. Ele está vivo. Estou dizendo, Ele está vivo!
— Bem, talvez possamos relatar este pequeno incidente aos principais sacerdotes. Eles vão ter interesse em não divulgá-lo. Talvez até ofereçam um bom dinheiro para encobrirmos o fato. ... A partir de agora eu cuido desta situação, centurião. Você não viu nada e não sabe de nada, entendido?
— Mas eu sei, e eu vi, tribuno. Não posso alterar os acontecimentos. Jesus está por aí vivo. Mais do que vivo.
— Esqueça isso, Cassius.
— Esqueça o senhor se puder, comandante. Mas com todo o respeito, garanto que Jesus está vivo, e isso muda tudo.
É verdade, Jesus está vivo, e por isso você pode conhecê-lO e ter um relacionamento pessoal com Ele que transformará a sua vida. Respondendo à sua oração, Ele pode tornar-Se seu amigo, ajudá-lo a resolver seus problemas, sanar suas mágoas, perdoar os seus pecados, dar-lhe um novo começo e muito mais. Ele está vivo, à sua espera, e o ama.
Ilustração - A glória do burrinho
Era uma vez um burrinho.
Burrinho como os demais que viviam no pasto, e que prestavam serviços, quando necessitavam deles.
Um dia, houve uma grande festa naquela terra, era feriado nacional, comércio fechado, escolas sem aulas, tudo parado.
Nas avenidas principais daquela cidade, devidamente ornamentadas, aconteceria o desfile militar e escolar, e as jóias, insígnias, bandeiras, medalhas, coroas que pertenceram ao rei daquele país seriam apresentadas ao povo, esparramado pelas calçadas. Precisaram de um burrinho, que transportasse, processionalmente, aqueles tesouros, que representavam história gloriosa daquela nação.
E o burrinho, de que lhes falo, foi apanhado, lá no pasto. Colocaram régios arreios sobre seus lombos, ornamentos dourados que brilhavam ao sol. Daquela manhã engalanada e festiva. Encimando aqueles arreios, dispostas com muita arte e gosto, as preciosas jóias reais. No desfile militar, o pacato quadrúpede ocupava lugar de destaque, comandando a parada.
Rojões espocavam, a multidão aplaudia, a tropa se perfilava, numa alegria contagiante, que deslumbrava e emocionava.
Acabado o desfile, retiraram as jóias que o burrinho carregava, os arreios dourados, os adereços todos, e ele foi levado de volta ao pasto, sem maiores formalidades.
Lá chegando, o burrinho começou a conversar com os outros burricos, seus companheiros. Disse ele, vaidoso:
- Vocês viram o que me aconteceu? Andei pelas avenidas da cidade, nesta manhã. E quando eu passava, soltaram fogos e foguetes, houve aplausos de todos os lados, uma beleza: Até soldados perfilaram-se, em continência, enquanto bandas de música celebravam a festança. Vejam como eu sou importante! Vejam!
Aí, um outro burrico, que ouvia aquela bazófia do companheiro gabola, desafiou-o:
- Se você é tudo isso que está dizendo, tenha a coragem de retornar às avenidas, por onde passou. Vá. Eu quero ver o que acontecerá!...
O burrinho vaidoso aceitou o desafio. Foi. Mas quando ele passava, apesar da cadência de seu passo garboso, moleques atiraram-lhe pedras, populares enxotaram-no aos gritos, brandindo relhos e chicotes, numa correria bárbara.
Cansado, resfolegando, envergonhado, assustadíssimo, o burrico retornou ao pasto, onde encontrou seus amigos, que o receberam, com desprezo e com desdém.
- E agora, o que dizes?, perguntaram-lhe, com zombaria. Então o burrinho vaidoso, cabisbaixo, filosofou:
- É. É verdade. Eu não tinha importância alguma. Eu sou igualzinho aos outros burrinhos. Só fui aplaudido enquanto carreguei as jóias do rei...
Linda lição para nós. Para cada um de nós, hoje.
Nela reflitamos, com humildade, na presença santíssima do Rei, de quem somos servos, tantas vezes inúteis...
Ilustração - O bobo da corte
Era uma vez um bobo da corte, tão bobo, mas tão bobo que o rei resolveu fazer uma brincadeira com ele.
Deu-lhe um bastão de madeira, no qual estava esculpida a seguinte frase: "EU SOU O BOBO MAIS BOBO DO MUNDO"; e ordenou-lhe:
Bobo, você vai carregar este bastão todos os dias da sua vida, até que encontre alguém mais bobo que você. Quando isso acontecer, passe o bastão para aquele que for mais bobo que você e diga-lhe que eu ordenei que ele fizesse o mesmo.
E o tempo se passou.
As pessoas viam o bobo carregando aquele bastão e zombavam dele. O bobo tentava passar o bastão a todos que encontrava, mas ninguém era tão bobo assim.
Um dia o rei ficou doente e o bobo foi visitá-lo, pois gostava muito dele.
- Pois é, meu amigo. Estou velho e doente; logo vou morrer, disse-lhe o rei.
- Não, meu senhor, o rei nunca morre.
- Como você é bobo, meu amigo. É claro que até o rei morre. É por isso que até hoje você carrega o bastão que lhe dei.
- E para onde o rei vai, depois que morre?
- Não faço a menor idéia, bobo.
- O senhor sabe que vai morrer, mas não sabe para onde vai?
- É isso mesmo, bobo.
- Então, meu senhor, com o devido respeito, esse bastão agora é seu.
Ilustração - A igrejinha
Numa região de montanhas cobertas de neve, havia uma pequenina igreja no alto de um morro. Era uma linda construção, que chamava a atenção de todos. Um turista que visitava aquela cidade observou um fato curioso, aquele templo não tinha luz elétrica.
O gerente do hotel explicou-lhe:
- Um homem muito rico construiu aquele templo, doando-o à nossa comunidade. Em seu testamento, ele colocou a exigência de que nunca deveria haver energia elétrica naquele santuário. Contudo, hoje é dia de culto e o senhor poderá observar o que acontece.
Então, quando escureceu, aquele turista observou que uma luzinha surgira ali, outra acolá, todas subindo o monte rumo à igrejinha e, em dado momento, quando as luzinhas se encontraram dentro do templo, a igreja toda brilhou, espalhando luz em seu redor, espantando as trevas.
Vós sois a luz do mundo...
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mateus 5.14-16)
Ilustração - A tigela de madeira
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho. Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:
-"O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:
-"Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.
Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)
